Depois de receber cansativamente SPAMS sobre pílulas e bombas para aumento do pênis, resolvi pesquisar sobre o assunto. Isto se deu no 1o. Semestre de 2004. No início, foi pura curiosidade. Foram vários fins de semana acessando sites americanos e alguns sites brasileiros. Procurei estar sempre criticamente atento à credibilidade das fontes pesquisadas. Os estudos iniciais me mostraram que a técnica de exercícios manuais era a que menos oferecia risco. Resolvi, então, dedicar ao estudo da técnica fisioterápica sem aparelhos. Depois de estudar detalhadamente a composição e funcionamento do pênis e dominar técnicas modernas e antigas de exercitar o pênis para estimular as células do tecido cavernoso fazendo o desejado efeito de aumentar as suas dimensões, fui à luta. À medida que praticava os exercícios, melhorava alguns procedimentos, readaptava algumas rotinas sugeridas e até, criava novas formas de se exercitar. O objetivo sempre foi eliminar os exercícios mais incômodos sem, todavia, prejudicar os resultados. Os exercícios mais prazerosos e eficientes foram selecionados e melhorados e constatei, para minha surpresa, que os resultados vieram já no primeiro mês. Não via com bons olhos exercícios que não me dessem prazer, uma vez que a prática se torna estafante e acaba não funcionando, pois não a praticamos com o devido rigor. Afinal são mais de 30 minutos diários com descanso de 1(um) dia na semana. A primeira medição após um mês de fisioterapia realmente me deixou bastante surpreso uma vez que começei com uma ponta de ceticismo que não dava para disfarçar. As adaptações dos procedimentos foram ocorrendo à medida que passavam os dias. Até no quinto mês de exercícios, ainda fazia pequenas correções, tanto na forma de fazer os exercícios quanto na programação mais adequada e menos cansativa possível.
Procurei evitar rotinas estafantes como as que encontrei em alguns sites americanos. Alguns chegam a desenvolver rotinas de 30 tipos de exercícios diários! Refinei e reduzi, ao máximo, as técnicas que aprendi e cheguei a uma rotina de 12 tipos de procedimentos diários – a maioria sem muito esforço e, na maior parte do tempo, prazerosos. Vejam abaixo a tabela que mostra a evolução das minhas medidas mês a mês. Atenção: utilizei os exercícios durante 6 meses. As medições do 7o ao 9o mês foram feitas sem praticá-los. Várias medições eram feitas durante cada mês, mas o ideal, para evitar ansiedade e desânimo, é fazer uma medição por mês. Assim, percebe-se os ganhos mais significativamente, aumentando a motivação para continuar. Veja a tabela:
Medições mês a mês - comprimento
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Medições mês a mês – largura (perímetro)
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Realmente foi impressionante ter uma dimensão de 16,8cm desde a adolescência e, de repente, verificar que seu pênis está bem mais grosso e maior. Foi realmente uma conquista que me deixou orgulhoso. Principalmente depois que constatei que os ganhos eram permanentes. Ao parar com os exercícios fiquei apreensivo. Mas as medidas seguintes mostraram que não tinha mais volta. Mas quem mais gostou, na verdade, foi minha parceira. Principalmente, com relação ao crescimento da largura do pênis. O aumento no comprimento valeu mais pela excitação que ela sente ao vê-lo. Aguça a imaginação e a deixa mais desejosa. O sexo oral passou a ficar muito mais freqüente pelo interesse dela em tê-lo nas mãos e na boca. Na hora da penetração, foi a largura o ítem mais responsável pelos orgasmos mais fortes e freqüentes.